terça-feira, 27 de novembro de 2012
Armadura divina
Na batalha contra o mal
Somos seres indefesos
Nossa força é fraqueza
Nessa luta, nunca ilesos
Chegou uma boa noticia
Todos precisam saber
Um presente foi dado
Ninguém mais a perecer!
Jesus revelou ao mundo
Como é a divindade
Vidas são transformadas
Pelo seu poder e autoridade
O criador de toda vida
Viveu como um mortal
Morreu numa rude cruz
Mas ressuscitou ao final
Como entender tal amor
A razão não pode explicar
Só o que resta a fazer
É tão grande amor aceitar
Jesus venceu a morte
O inimigo foi humilhado
Precisamos somente crer
No filho de Deus exaltado
Antes de viver derrotado
Você precisa conhecer
O Deus que da a todos
As armas para vencer
Revestir-nos de toda a armadura
Aconselha o grande Deus
As armas que Ele oferece
É proteção aos filhos seus
Cingindo-nos com a verdade
Vestindo-nos com a justiça
Calçando os pés do Evangelho
É o antídoto contra a injustiça
Com o uso do escudo da fé
Os dardos dos inimigos
Não atinge os santos
Pois eles estão protegidos
Ao tomar o capacete da salvação
Com a espada do espírito afiada
É completa a armadura de Deus
E a corrente do mal é quebrada
Oremos em todo o tempo
Vigiando com perseverança
Suplicando por todos os santos
É o que pede a nova aliança
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
O enterro do relógio
A história aconteceu na estação mais quente do ano. Na noite daquele sábado o calor estava acima do normal para a época. O jovem Roberto foi dormir mais tarde do que estava habituado. O som do despertador do aparelho celular acabou com o silêncio do quarto. Ainda sonolento o rapaz acordou meio atordoado. A ansiedade atrapalhou o seu merecido descanso. O tão esperado dia enfim tinha chegado após meses de muita preparação e sacrifícios. Sentia-se muito bem preparado para fazer à prova do concurso público do Banco do Brasil.
Os primeiros raios de sol anunciavam que aquele dia de domingo seria escaldante. Para não correr o risco de chegar atrasado saiu bem cedo de casa. No percurso até a escola Joaquim Murtinho recapitulou mentalmente toda a sua vida. Era impossível ficar tranquilo diante da importância do que estava em jogo. O desejo de ter condições financeiras para deixar a casa dos pais e ir morar sozinho o motivara a estudar como nunca.
O portão da escola foi aberto com trinta minutos de antecedência. Ele entrou na sala mais sério do que de costume, sem olhar para os lados sentou-se pacientemente e aguardou as instruções.
Após dar as boas vindas o fiscal começa a passar as orientações de praxe, tudo dentro do esperado, exceto pelo último aviso. Em alto e bom som o homem afirmou que quem estivesse portando algum tipo de relógio contendo a função calculadora deveria tirá-lo. Se fosse encontrado alguém portando esse tipo de objeto, o candidato seria desclassificado imediatamente.
O jovem Roberto ficou desesperado, pois ele estava usando um relógio exatamente como essa característica. O que fazer diante de tal situação? Obviamente que a atitude a ser tomada era simples. Qualquer pessoa em sã consciência tiraria o relógio do pulso e o entregaria ao fiscal de sala até o término da prova, mas o desfecho da história foi no mínimo inusitado.
Antes que o fiscal pudesse terminar a sua fala uma mão foi levantada chamando a atenção de todos. Aparentando estar muito nervoso Roberto pediu para ir ao banheiro. Ao receber a permissão para deixar o local, saiu correndo pelo corredor. Os outros candidatos riram da cena. Alguém gritou do fundo da sala: “Corre se não vai molhar as calças”. Os minutos passaram e nada do Roberto voltar. O fiscal começou a ficar preocupado e os demais candidatos impacientes. Finalmente ele aparece à porta. O espanto foi geral. A pessoa que voltou parecia ser outra. Os cabelos estavam despenteados, a roupa toda amarrotada, os dedos das mãos completamente sujos. Ofegante pediu para entrar. O fiscal perguntou se estava tudo bem e Roberto balançou a cabeça positivamente. Todos os olhares estavam sobre ele. Envergonhado, entrou cabisbaixo e sentou-se na cadeira silenciosamente.
O que teria acontecido? Era o que todos queriam saber. Um mistério que só um deles viria a desvendar.
A prova começa. Todos concentrados. Roberto foi o último a entregar o cartão com a as respostas. Saiu da sala com uma fisionomia de desânimo. De alguma maneira sentiu que o incidente com o relógio prejudicou o seu desempenho. Ao passar pelo portão de entrada alguém o segurou pelo braço. A curiosidade não deixou que um colega de sala fosse embora sem antes saber o que havia acontecido naquele banheiro.
O colega se apresenta e vai logo perguntando sobre o incidente no banheiro. Ao ser questionado Roberto desconversa e tenta ir embora, mas o ser presionado acaba cedendo e concorda em contar todos os detalhes. Sentaram num banco em frente à escola e a verdade foi enfim revelada.
-O que aconteceu com você no banheiro? Foi assaltado? Passou mal? Bateram em você? Pelo amor de Deus me fale cara! Disse Douglas.
-É... Eu... Bem...
- Vamos!Desembucha!
-Está bem, eu vou contar, mas ninguém pode ficar sabendo. Só te conto se você prometer pra mim que ninguém irá saber. Ao sussurrar tais palavras Roberto olha desconfiado ao seu redor para ter certeza de que ninguém o observa.
-Está bem. Eu prometo.
- Quando o fiscal falou que ninguém poderia usar um relógio com calculadora só pensei em escondê-lo o mais rápido possível. Sai correndo no desespero para tentar achar um esconderijo. Atrás dos banheiros tem uma árvore, notei que o solo estava úmido, não pensei duas vezes, com as mãos comecei a cavar um buraco para enterrar o relógio. Coloquei o relógio dentro do buraco e joguei terra por cima. Sem querer acabei me sujando todo. Por causa da pressa nem tive tempo de entrar no banheiro para me limpar. Corri para a sala assim mesmo. E se eu fosse desclassificado por causa do relógio?
- Por que você não tirou o relógio do pulso e colocou no envelope que o fiscal deu para que todos pudessem colocar os objetos pessoais? Quando você saiu correndo da sala ele estava falando sobre isso. Você não percebeu que na frente da sala havia uma mesa com vários envelopes lacrados contendo as nossas coisas?
-Quando entrei na sala não percebi nada. Só olhei para baixo e não vi mais nada na minha frente.
-Nunca ouvi uma história como essa. É inacreditável! Sem conseguir conter o riso o rapaz começa a rir chamando a atenção das pessoas que passavam pelo local. Roberto vai embora chateado com a reação do colega.
Passaram-se cinco anos e o que aconteceu naquele dia parecia fadado ao esquecimento, mas o destino não quis que aquela história fosse esquecida para sempre.
Numa certa manhã fria de terça-feira Douglas chega apressado a uma agência do Banco do Brasil no município de Dourados. Ele passa pela porta giratória retira uma senha e espera na fila para poder sacar certa quantia em dinheiro. Enquanto espera um senhor que também estava na fila pergunta a uma estagiária do banco se há alguma calculadora disponível que ele possa usar. Quando Douglas ouve a palavra calculadora imediatamente vem a sua mente a história do enterro do relógio e então ele começa a rir sem conseguir se controlar. O seu comportamento acaba chamando a atenção de todos. Outra estagiária o aborda perguntando se ele está bem. Antes de dar uma resposta, Douglas coça a cabeça e pensa que se contar a verdade para ela o Roberto nunca iria descobrir, pois ele o havia visto uma única vez e nem ao menos sabia do seu paradeiro. Tinha guardado fielmente o segredo por cinco anos, já era hora de alguém saber, além do mais, pensou que não foi culpa sua ter ouvido a palavra calculadora e muito menos o fato de ser questionado sobre o motivo da sua risada.
A moça ouve atentamente toda a história. No final, não se aguenta e começa a rir também. Para não chamar muito a atenção pede licença para o Douglas e sai com a mão na boca tentando disfarçar. A estagiária contou para um colega que contou para outra pessoa e assim, no final do expediente bancário todos os funcionários ficaram sabendo. O gerente foi um dos que mais se divertiu. Riu tanto que teve que ir lavar o rosto no banheiro.
Uma semana depois um funcionário do banco volta de férias e a primeira coisa que fica sabendo é sobre o tão falado enterro do relógio. Surpreendentemente, ele não acha graça nenhuma e ainda fica muito irritado com os colegas. Por que ele não gostou? Por que o nome dele era Roberto.
Enfrente a ventania!
No momento, a nossa vida pode estar tranquila e estável, mas repentinamente tudo pode mudar mais rápido do que gostaríamos. A brisa suave de hoje pode sumir de repente e no seu lugar pode surgir uma temível ventania. Como seria bom se os ventos que sopram na nossa vida fossem sempre tranquilos e refrescantes, infelizmente nem sempre isso acontece. A boa noticia e que muitas tempestades podem ser previstas e os danos causados por elas também. Para algumas pessoas o estrago causado por uma fase tumultuada e maior do que para outras. Apesar de não podermos controlar a força dos ventos há algo que podemos fazer. Na verdade, o que diferencia o sucesso do fracasso e a atitude de cada um diante de forças que estão muito alem da compreensão humana. O segredo e se preparar bem para os dias de tormenta e desfrutar com euforia dos dias de calmaria.
Obviamente que não há uma resposta pronta para todas as situações. Cada fase da vida trás as suas próprias particularidades. O que não podemos fazer e viver na apatia, esperando que algum milagre aconteça sem que tenhamos que fazer absolutamente nada.
Os mais fortes enfrentam os ventos com coragem e muita perseverança já os mais fracos desistem com facilidade por não terem forças suficientes para continuar lutando. Tanto os mais fortes como os mais frágeis precisam pensar num conjunto de ações caso as coisas saiam do controle. Manter a tranquilidade em meio ao vendaval não e tarefa das mais fáceis, mas também não e impossível. Se muitas pessoas conseguem então e algo possível de se conseguir.
Conta-se que, alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria das pessoas estava pouco disposta a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que variam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações.
Procurando por novos empregados, ele recebia muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro.
- Você e um bom lavrador – perguntou o fazendeiro.
-Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram – respondeu o pequeno homem.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro- desesperado por ajuda- o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer ate o anoitecer, e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem.
Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu ate o alojamento dos empregados sacudiu o pequeno homem e gritou.
-Levanta! Uma tempestade esta chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!
O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente.
-Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Enfurecido pela resposta, o fazendeiro foi tentado a despedi-lo imediatamente. Todavia, em vez disso, ele saiu rapidamente e foi preparar o terreno para a tempestade; do empregado, trataria depois. Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas; as janelas estavam bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu que o seu empregado quis dizer: ele sabia se preparar para os desafios que os ventos representavam. Tranquilo retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.
Podemos ser como o fazendeiro, ou seja, despreparados, temerosos e tentando resolver todos os problemas na ultima hora, ou podemos ser como o empregado da fazenda que cuidou de tudo antecipadamente. As dificuldades chegaram, mas ele estava seguro de que no final tudo daria certo. O empregado foi capaz de dormir em meio ao barulho do vento. E um caso em que o mais fraco materialmente foi o mais forte em sabedoria.
Se a sua vida atualmente esta envolta por uma tempestade não se desespere, a fase ruim vai passar e com ela o medo e o desespero. Não seja você mesmo o agente causador da tempestade através de algumas escolhas ruins. Prepare-se e durma tranquilo mesmo diante das adversidades!
O contador de histórias
Uma das tarefas mais difíceis para um homem é a de ser pai. Qualquer um pode ter um filho, mas nem todos desenvolvem a habilidade de ser pai. Atualmente, filhos são concebidos de forma totalmente irresponsável. Quantos bebês nascem como fruto de uma noite de balada repleta de bebidas e drogas? Quantas mulheres engravidam sem ao menos saber o nome do pai do seu futuro filho? Quantos filhos vivem na tristeza de não ter alguém para chamar de pai? Não é de se estranhar o resultado de tamanha irresponsabilidade. A cada dia cresce o numero de crianças abandonadas à própria sorte. E o que falar do adultério e das suas terríveis consequências para o desenvolvimento saudável de uma criança? As necessidades dos pequenos são deixadas em último plano, tudo por causa de uma simples aventura amorosa.
A família tradicional composta por pai, mãe e filhos vivendo todos num mesmo lar já não é mais o sonho de muitas pessoas. Apesar dessa triste realidade nem tudo está perdido. Há ainda muitos pais que dedicam a vida para amar as suas famílias. O amor pelos filhos ainda é a principal motivação para muitos homens.
Como não se emocionar diante de um rostinho angelical dizendo que nos ama? Como ficar indiferente diante de uma criança pedindo colo e carinho?
Aquele que é pai, no sentido pleno da palavra, sempre estará disposto a se sacrificar para suprir as necessidades físicas e emocionais dos seus filhos. As crianças precisam ser protegidas dos inúmeros perigos que as cercam. Obviamente que o que elas mais querem é de um pouco de atenção. Nenhum presente, por mais caro que seja, conseguirá substituir a presença paterna. Se você é pai com certeza já ouviu a seguintes perguntas: Brinca um pouco comigo? Conta pra mim uma história?
Nenhum pai deveria dizer para os seus filhos: Agora não! Não vê que estou ocupado! Não me aborreça!
A desculpa da falta de tempo só revela que as prioridades precisam ser urgentemente revistas. Os filhos crescem mais rápido do que gostaríamos. O dia se aproxima no qual você vai querer estar mais perto deles e eles vão ter outras prioridades. Pode ser que a sua companhia já não importe mais e só lhe restará um arrependimento tardio. Hoje é o dia de rever a sua atitude em relação aos seus filhos. Ainda a tempo de concertar muitas coisas no relacionamento familiar. Se for necessário, haja como um homem de verdade e peça perdão pelos seus erros. Ao agir dessa forma você estará demostrando força e não fraqueza de caráter.
Se os seus filhos ainda são pequenos experimente contar lhes histórias infantis. Eles irão adorar. A cada noite conte uma diferente. Dependendo da sua criatividade esse momento pode ser o mais legal do dia para a criança. Agora, se o seu filho já for maior a dica é passar um tempo juntos fazendo as coisas que ele mais aprecia. Independentemente da idade o filho aprecia muito a atenção dada pelo pai. Não se preocupe em dar um sermão, apenas se preocupe em estar ao lado dele.
O pai é um exímio contador de histórias. A sua experiência de vida é rica em ensinamentos. Conforme a necessidade de aprendizado do filho o pai tem sempre na lembrança uma história apropriada para contar.
Tenha a plena certeza de que você é plenamente capaz de fazer a diferença na vida dos seus filhos, talvez o que esteja faltando é a vontade de agir de forma diferente do que a habitual. Ainda bem que hoje você tem uma nova chance de recomeçar. Pense nisso!
A família tradicional composta por pai, mãe e filhos vivendo todos num mesmo lar já não é mais o sonho de muitas pessoas. Apesar dessa triste realidade nem tudo está perdido. Há ainda muitos pais que dedicam a vida para amar as suas famílias. O amor pelos filhos ainda é a principal motivação para muitos homens.
Como não se emocionar diante de um rostinho angelical dizendo que nos ama? Como ficar indiferente diante de uma criança pedindo colo e carinho?
Aquele que é pai, no sentido pleno da palavra, sempre estará disposto a se sacrificar para suprir as necessidades físicas e emocionais dos seus filhos. As crianças precisam ser protegidas dos inúmeros perigos que as cercam. Obviamente que o que elas mais querem é de um pouco de atenção. Nenhum presente, por mais caro que seja, conseguirá substituir a presença paterna. Se você é pai com certeza já ouviu a seguintes perguntas: Brinca um pouco comigo? Conta pra mim uma história?
Nenhum pai deveria dizer para os seus filhos: Agora não! Não vê que estou ocupado! Não me aborreça!
A desculpa da falta de tempo só revela que as prioridades precisam ser urgentemente revistas. Os filhos crescem mais rápido do que gostaríamos. O dia se aproxima no qual você vai querer estar mais perto deles e eles vão ter outras prioridades. Pode ser que a sua companhia já não importe mais e só lhe restará um arrependimento tardio. Hoje é o dia de rever a sua atitude em relação aos seus filhos. Ainda a tempo de concertar muitas coisas no relacionamento familiar. Se for necessário, haja como um homem de verdade e peça perdão pelos seus erros. Ao agir dessa forma você estará demostrando força e não fraqueza de caráter.
Se os seus filhos ainda são pequenos experimente contar lhes histórias infantis. Eles irão adorar. A cada noite conte uma diferente. Dependendo da sua criatividade esse momento pode ser o mais legal do dia para a criança. Agora, se o seu filho já for maior a dica é passar um tempo juntos fazendo as coisas que ele mais aprecia. Independentemente da idade o filho aprecia muito a atenção dada pelo pai. Não se preocupe em dar um sermão, apenas se preocupe em estar ao lado dele.
O pai é um exímio contador de histórias. A sua experiência de vida é rica em ensinamentos. Conforme a necessidade de aprendizado do filho o pai tem sempre na lembrança uma história apropriada para contar.
Tenha a plena certeza de que você é plenamente capaz de fazer a diferença na vida dos seus filhos, talvez o que esteja faltando é a vontade de agir de forma diferente do que a habitual. Ainda bem que hoje você tem uma nova chance de recomeçar. Pense nisso!
domingo, 30 de setembro de 2012
O ciclo do ódio
Em todos os lugares encontramos pessoas
cada vez mais irritadas. Incidentes banais é motivo suficiente para desencadear
reações incontroláveis de fúria. A tolerância é pouco cultivada. As pessoas
conhecidas como de “pavio curto” irritam-se com muita facilidade. Por certo
você já ouviu a seguinte frase: “Eu não levo desaforo para casa”. Normalmente
pessoas irritadiças têm sérios problemas em seus relacionamentos pessoais. É
difícil conviver com alguém que não cultiva a doçura, o perdão e o amor.
É comum vermos pessoas ferindo uma as
outras com expressões de desapreço. As palavras duras podem machucar muito.
Quantas pessoas carregam traumas por toda a vida devido à postura rígida e
intransigente dos seus pais durante a sua infância? Para uma criança inocente é
praticamente impossível entender por que os seus pais ficam tão nervosos a
ponto de gritar com ela constantemente. Quem teve péssimos exemplos em casa
dificilmente tornar-se-á num adulto emocionante saudável.
O ambiente de trabalho é naturalmente
competitivo e estressante. Os erros, por mais insignificantes que sejam não são
tolerados. Quando alguém comete um pequeno erro muitos chefes são impiedosos
com as palavras. Ao chegar em casa após um dia de muito trabalho o empregado
inconscientemente acaba descontando todo o seu nervosismo na sua família. Como
ele não teve coragem para confrontar o seu chefe sobra para a esposa e filhos
receber toda a sua irritação. O resultado é brigas e mais brigas.
Na escola se um aluno não entende a
matéria e procura o professor pedindo nova explicação é provável que receba a
seguinte resposta: “Quantas vezes eu vou ter que te explicar? Presta mais
atenção!”. Os exemplos podem ser infindáveis. Veja abaixo um exemplo claro de como
funciona o Ciclo do Ódio e o que fazer para rompê-lo.
Um diretor de empresa gritou com seu
gerente porque o relatório estava errado. O gerente, chegando em casa, gritou
com a esposa, acusando-a de gastar demais. A esposa, nervosa, gritou com a
empregada, que acabou deixando um prato cair no chão. A empregada chutou o
cachorrinho no qual tropeçara enquanto limpava os cacos de vidro. O cachorrinho
saiu correndo de casa e mordeu uma senhora que passava pela rua.
Essa senhora foi à farmácia para fazer
um curativo e tomar uma vacina. Ela gritou com o farmacêutico porque a vacina
doeu ao ser aplicada. O farmacêutico, ao chegar em casa, gritou com a esposa
porque o jantar não estava do seu agrado. Sua esposa afagou seus cabelos e o
beijou, dizendo:
-Querido! Prometo que amanhã farei seu
prato favorito. Você trabalha muito. Está cansado e precisa de uma boa noite de
sono. Vou trocar os lençóis de nossa cama por outros limpinhos e cheirosos para
que durma tranquilo! Amanhã você vai se sentir melhor.
Retirou-se e deixou-o sozinho com seus
pensamentos. Neste momento rompeu-se o Círculo do Ódio! Esbarrou-se na
tolerância, na doçura, no perdão e no amor.
Não temos como obrigar as pessoas a agir
da forma que julgamos ser a melhor, mas podemos quebrar esse círculo do ódio
que trás tanto sofrimento. Nunca permita que a irritação de alguém defina como
você deve agir.
domingo, 23 de setembro de 2012
Escolha o maior
Vamos imaginar que você esteja participando de uma seleção para uma vaga de emprego muito disputada. Várias pessoas estão sentadas numa sala esperando ansiosamente o resultado final. Os testes foram exaustivos, por isso, todos estão esgotados mentalmente. Um homem entra pela porta e distribui cinco pequenos papéis e uma caneta para cada candidato. Ele pede que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais e diz: Lembrando que esses sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial, iremos para outro país, numa longa jornada.
Como todos os demais você não entende o porquê de tudo aquilo, mas para não ser desclassificado da seleção você começa a escrever.
O homem tem um semblante sério, mas transmite muita tranquilidade. Todos estão curiosos para saber o desfecho da atividade. Ele então continua: Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa temos nossa primeira dificuldade, nem todos os nossos sonhos cabem no carro que vai nos levar, assim temos que abandonar um. Qual deles você abandonaria?
Nesse instante alguém entra na sala surpreendendo a todos. A moça está com um vaso nas mãos. O vaso é colocado bem no meio da sala e é solicitado que cada candidato abandone um dos sonhos escrito no papel e coloque dentro daquele vaso.
E o homem continua: Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outro de lado, ficando somente com três. Qual sonho foi abandonado?
Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a correr atrás de nós para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho, ficando com dois sonhos. Qual sonho ficou para trás?
Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país, encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho deixamos? Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?
O instrutor espera pacientemente que todos terminem a atividade e então faz uma pergunta olhando diretamente para você: Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho? O que você responderia?
Um dos candidatos pede a palavra para dizer o que pensa a respeito do assunto. Enquanto ele fala todos ficam boquiabertos. As suas palavras foram as seguintes: O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho, mas que acabamos desistindo vencidos pelo cansaço.
O cachorro tem conotação de perseguição. No nosso caminho sempre vamos encontrar pessoas fracas com disposição de sobra para nos perseguir, com isso, elas pensam que conseguirão destruir os nossos sonhos para sempre. A alfândega significa a nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira.
Nunca desista do seu maior sonho, mesmo que tudo pareça conspirar contra você.
sábado, 25 de agosto de 2012
Carteiro desesperado
Amanhece mais um dia
É o início da semana
Ao pensar no trabalho
O coração se inflama
O sono sempre convida
A não sair da cama
Ainda estão cansados
Devido ao fim de semana
Trabalham todos os dias
No frio ou no calor
Na chuva torrencial
Ou no sol abrasador
Ser carteiro os alegra
Não são de reclamar
São muito dedicados
E apreciam trabalhar
Só há um problema
Que não podem resolver
O excesso de trabalho
É sinônimo de adoecer
As cartas vão chegando
E também preocupação
Como as entregarão
Se só têm duas mãos?
A bolsa está lotada
Há caixas pelo chão
Os clientes esperando
Não lhes tiram a razão
Esperam por melhoria
Uma boa remuneração
Pois já são reconhecidos
Por toda a população
Só há uma opção
Para mudar essa realidade
A solução é a valorização
Mas com muita agilidade
É o início da semana
Ao pensar no trabalho
O coração se inflama
O sono sempre convida
A não sair da cama
Ainda estão cansados
Devido ao fim de semana
Trabalham todos os dias
No frio ou no calor
Na chuva torrencial
Ou no sol abrasador
Ser carteiro os alegra
Não são de reclamar
São muito dedicados
E apreciam trabalhar
Só há um problema
Que não podem resolver
O excesso de trabalho
É sinônimo de adoecer
As cartas vão chegando
E também preocupação
Como as entregarão
Se só têm duas mãos?
A bolsa está lotada
Há caixas pelo chão
Os clientes esperando
Não lhes tiram a razão
Esperam por melhoria
Uma boa remuneração
Pois já são reconhecidos
Por toda a população
Só há uma opção
Para mudar essa realidade
A solução é a valorização
Mas com muita agilidade
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