quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz ano novo

Falta poucas horas para o início de um novo ano. Desejo a todos os leitores do meu blog um excelente 2010. Quero deixar aqui a minha última postagem do ano. Boas festas a todos.

Em 2010, relaxe...
Beije muito!
Và às compras
Sorria
Descanse
Atreva-se com a culinária

Durma um pouco

Tome banho de espuma

E seja feliz!

Clima organizacional

Já dizia o velho ditado: Uma imagem vale mais do que mil palavras. Tire as suas próprias conclusões!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A opinião

Certa vez no meu trabalho, conversávamos sobre a participação de todos num evento de confraternização, um dos colegas pediu a palavra e disse:
- Acho muito importante que todos participem, a equipe precisa disso para se unir ainda mais- todos concordaram prontamente com essa observação. Alguém por curiosidade perguntou:
- Vejo que você está entusiasmado com a nossa reunião, mas me diga uma coisa, você vai estar presente?
A pergunta se justificava, pois o caro colega nunca foi de participar muito. A resposta foi instantânea: “é importante participar, mas eu não vou ir”. Todos os que estavam presentes caíram na gargalhada, o maior defensor da idéia era o primeiro a “pular fora”.
Fiquei pensando nesse incidente e cheguei a algumas conclusões:
1º Somos rápidos em dar idéias as quais não estamos dispostos a segui-la;
2º Antes de fazer qualquer afirmação é importante pensar no peso das nossas palavras;
3º Se algo não for realmente importante para nós é melhor ficar quieto, isso evita a repulsa das pessoas;
4º Sempre se deve ser o mais transparente possível, ou seja, se não gostamos de alguma coisa, devemos expressar a nossa opinião prontamente;
5º Há certa incoerência entre o que falamos e a forma como agimos, o discurso diz uma coisa e a prática é bem diferente. Conciliar o pensamento com a ação correspondente é sinal de sabedoria.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A cauda


O dicionário Aurélio conceitua a palavra fábula como: Narração alegórica cujas personagens são, em regra, animais, e que encerra lição moral. As fábulas são muito instrutivas.
O Dr.Wayne W.Dyer escreveu no seu livro ''Seus Pontos Fracos", na página 63, uma fábula muito interessante.
"Um gato viu um gatinho querendo pegar a cauda e perguntou-lhe: Por que é que você está perseguindo dessa maneira sua própria cauda? Disse o gatinho: Aprendi que a melhor coisa para um gato é a felicidade e que a felicidade é a minha cauda. Por isso a estou perseguindo e quando a apanhar, terei felicidade. Disse o gato velho: Meu filho, eu também prestei atenção aos problemas do universo. Eu também julguei que a felicidade estava na minha cauda. Mas notei que sempre que eu a persigo ela vai fugindo de mim e que quando vou tratar da minha vida ela simplesmente parece vir atrás de mim, para onde quer que eu vá".

Eu poderia discorrer sobre a fábula descrita acima e expressar a minha opinião a respeito. Poderia explicá-la com as minhas palavras, mas não vou fazer isso. Quero deixar que você tira as suas próprias conclusões. A arte de pensar é uma raridade nos dias atuais. Deixo um desafio para o leitor- extrair lições da fábula para o seu crescimento pessoal. Boa sorte.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Os três últimos desejos



Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.
O grande conquistador Alexandre o Grande entrou para a história como um dos grandes estrategistas de guerra. Sua sede de conquista era insaciável. Além de ser um homem que participou de muitas batalhas, Alexandre tinha o cuidado de refletir sobre as grandes questões existenciais. Apesar de todo o seu sucesso, ele sabia que tudo o que conquistou seria usufruído por pouco tempo, todas as suas conquistas teriam um fim. No fim da vida, o que importa todo o ouro do mundo? Nem todos os tesouros que há na terra podem nos tornar imortais. O poder militar, financeiro, ideológico é efêmero.
Seria muito bom se lembrássemos constantemente que o homem é limitado pelas circunstâncias. De nada adianta o sentimento de supremacia diante dos mais fracos, no final, todos se encontram na mesma situação e vão para o mesmo lugar. O lar é o mesmo para todos- o caixão. Não se esqueça disso!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Paciência tem recompensa

Recebo vários e-mails por dia, alguns "falam" ao meu coração. Um colega de trabalho me enviou uma linda mensagem, cujo título é: Paciência tem recompensa. Gostaria de partilhá-la com o leitor.
"No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem e disse: Aquele de suéter vermelho é meu filho, deslizando no escorregador. - Bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - A de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha. Então, olhou o relógio e chamou sua filha. - Melissa, o que acha de irmos? -Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só cinco minutos! O homem concordou e Melissa continuou pedalando a bicicleta, para alegria do seu coração. Os minutos se passaram, o pai novamente chamou a filha: - Hora de irmos?
Outra vez Melissa pediu: - Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos! O homem sorriu e disse: - Está certo!
- O senhor é um pai muito paciente - comentou a mulher. O homem sorriu e disse:
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...
Em tudo na vida estabelecemos prioridades. Quais são as suas? Lembre-se: "Nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensáve!".
Dê a alguém que você ama mais cinco minutos do seu tempo."

Gastei cinco minutos do meu tempo para postar esta mensagem. Espero que você tire cinco minutos do seu precioso tempo para lê-la até o final.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Livro Minha Vida de Carteiro

No ano de 2009 resolvi escrever um livro, mesmo sem ter nenhuma experiência como escritor. Aceitei o desafio como uma grande oportunidade de crescimento pessoal. O tempo livre que disponho é pequeno, por isso, resolvi escrever nas madrugadas, por incrível que pareça em dois meses o texto estava pronto.
Os custos para publicar uma obra são altos, envolve a criação da capa, revisão textual, diagramação, registro de direitos autorais, além do registro nos órgãos legais, no final de todo o processo há o custo com a impressão dos exemplares. É uma verdadeira maratona. Após alguns meses de muita pesquisa, finalmente consegui contratar uma editora.

Talvez você esteja pensando, o que há de tão especial em escrever um livro? Tenha a certeza de que para mim a alegria é imensa, uma grande vitória pessoal. O que quero dizer é que ao pensarmos em realizar algum projeto, devemos estipular um prazo para que os nossos objetivos sejam alcançados.

Quando resolvi começar a escrever o meu livro, estipulei um prazo para que eu os tivesse em mãos, os exemplares tinham que estar prontos para o futuro lançamento no final do mês de dezembro. Alegro-me, pois os livros chegaram no dia 22/12/2009, dentro do prazo. Vários obstáculos surgiram durante “a jornada”, felizmente não desanimei em nenhum momento. Se pensarmos em realizar alguma coisa e não partirmos para a ação, de nada adianta. É preciso agir.

O lançamento do meu livro “Minha Vida de Carteiro” será no começo de janeiro de 2010 na cidade de Ponta Porã-MS. Creio ser um dos primeiros carteiros do Brasil a publicar um livro. O que você é capaz de fazer se resolver colocar os seus planos em prática? Tenha a certeza de que muito mais do que imagina.

domingo, 20 de dezembro de 2009

O joão-de-barro e sua esposa traidora

No dia 19 de dezembro, fui convidado a almoçar na casa das minhas cunhadas. O almoço correu na maior tranqüilidade. Após a refeição, elas comentaram que havia uma casa de joão-de-barro numa árvore do quintal, o interessante é que a entrada da casinha do pássaro estava trancada, com apenas um pequeno orifício onde dava para ver algumas penas. Surgiu deste fato o comentário de que o joão-de-barro macho tinha prendido dentro da casinha a fêmea traidora. O alvoroço foi geral, será que era verdade? Havia uma ave morta dentro da casa de barro? A única coisa que pensamos em fazer foi tirar a casa da árvore e quebrá-la para ver se tinha alguma coisa ali dentro. O meu cunhado a tirou cuidadosamente, todos fizeram um circulo em volta da pequena casa, foi preciso quebrá-la, para a surpresa de todos, no seu interior, “descansava” o corpo inerte de um joão-de-barro. O comentário foi de que a lenda do joão-de-barro traído era verdade. Rimos muito dessa situação. Achei interessante, pois muitos que estavam ali acreditavam piamente na veracidade da história do "joão-de-barro traído”.

Por curiosidade resolvi fazer uma pesquisa na internet para descobrir a origem dessa lenda, o que encontrei foi muito esclarecedor, segue abaixo o resultado da minha investigação.

"Há uma crença popular, inclusive mencionada em literatura ornitológica, de que o joão-de-barro, Furnarius rufus, empareda dentro do ninho a fêmea que o tenha traído. Pessoas adultas, mesmo com relativa experiência de vida, afirmam isto com a maior convicção. Esta estória imputa ao joão-de-barro duas pechas. Primeiro a de que suas esposas são capazes de trair. Segundo, a de que os maridos são capazes de cometer assassinatos passionais.
Na verdade tudo não passa de um mito. E este mito pode ter surgido de dois fatos. O primeiro é de que alguns ninhos abandonados do joão-de-barro são aproveitados por abelhas indígenas como a uruçú-mirim, para fazerem sua colméia. As abelhas fecham a entrada do ninho com uma cera, dando a impressão de ter sido fechado pela ave. Mas olhando-se mais atentamente nota-se o engano.

Outra possível explicação, a meu ver a verdadeira, é a seguinte. Hudson, em uma obra de 1920, cita um interessante episódio ocorrido em Buenos Aires. Uma das aves (não foi possível saber se o macho ou a fêmea, pelo fato de serem muito parecidos) foi acidentalmente pega em uma ratoeira que lhe quebrou ambos os pés. Após liberada com muita consternação por quem havia armado a ratoeira, voou para o ninho onde entrou e não foi mais vista, ali morrendo certamente. O outro membro do casal permaneceu por ali mais dois dias, chamando insistentemente pelo parceiro. Em seguida desapareceu retornando três dias após com um novo parceiro e imediatamente começaram a carregar barro para o ninho, fechando a sua entrada. Depois construíram outro ninho sobre o primeiro e ali procriaram. Hudson viu este fato como mais uma "qualidade" do joão-de-barro, por ter tido o cuidado de sepultar sua parceira.

É possível que esta história, publicada originalmente em um periódico científico, tenha sido divulgada muitas vezes em revistas e jornais, como acontece hoje com diversos assuntos, tornando-se logo de domínio público. Acontece que toda história contada e recontada repetidamente, vai incorporando um pouco do floreado ou mesmo da fantasia de cada um, acabando muitas vezes com seu real sentido totalmente desfigurado. Tudo indica que foi o que aconteceu neste caso".

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Certo ou errado

Abraão Lincoln enfrentava uma grave crise. Por décadas, a escravidão era discutida na América. A Constituinte saíra pela tangente. O Compromisso de Missouri, de 1820, preservara algum equilíbrio entre Estados livres e escravagistas, mas o assunto não podia continuar sendo ignorado. Os estados do sul pareciam estar prontos para separar-se. Argumentavam que sua economia e seu estilo de vida dependiam de mão-de-obra escrava.
E Lincoln desejava preservar a nação. Ele era um conciliador. Fez tudo para evitar que o país se dividisse. Certa vez disse: "Se a escravidão não for um erro, nada mais é errado. Nunca pensei ou senti de outro modo".

Para Lincoln, não era certo que seres humanos se apossassem de outros seres humanos. Apesar dos muitos opositores, da ligação da economia ao trabalho escravo, ou das ameaças feitas, a escravidão estava errada.

No dia 1 de janeiro de 1863, Abraão Lincoln finalmente proclamou a emancipação, numa declaração simbólica que preparou o caminho para a liberdade. Lincoln enfrentou a crise e tomou uma posição. E a nação norte-americana deu um passo para tornar-se a terra da liberdade.

Para muitas pessoas, não existe o certo ou errado, acreditam que tudo é relativo, depende da preferência pessoal. Fazer o que é certo ou errado não é uma questão de escolha pessoal. Deve-se fazer o que é certo sempre. Poucos são os que tem dúvidas sobre a maneira certa de agir. Além de saber o que é certo, é preciso viver praticando o que a nossa consciência nos diz.

Abraão Lincoln fez a sua escolha. Todos precisam em algum momento da vida fazer a sua. Que o sentimento de indiferença seja cada vez mais raro, e não natural. Há um preço a pagar pela defesa da justiça. Que todos estejam dispostos a pagar o preço!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Os quatro erros

A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.

Aqui verá uma das perguntas da entrevista e a respectiva resposta. Medite sobre ela.

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?
Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as loucuras da sociedade:

A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se as pessoas não tivessem significados individuais.

A segunda loucura é: Temos que estar felizes todos os dias.

A terceira é: Temos que comprar tudo o que pudermos. O resultado é este consumismo absurdo.

Por fim, a quarta loucura: Temos que fazer as coisas da maneira certa.

A maneira certa não existe. Não há um único caminho para se fazerem as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.

Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.

Existem pessoas que dizem que não serão felizes enquanto não se casarem, enquanto outras, dizem-se infelizes justamente por causa do casamento.

Podemos ser felizes ao comer feijão com arroz, em ficar em casa com a família ou amigos verdadeiros, ao levar os filhos para brincar ou ir à praia ou ao cinema.

Quando eu era recém-formado, trabalhei num hospital de pacientes terminais.

Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu procurava conversar com eles na hora da morte.

A maior parte agarra o médico pela camisa e diz:"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitar para ser feliz".

Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém, na hora da morte, diz ter-se arrependido por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

" Todos, na hora da morte.... dizem arrepender-se de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida."
"Aprendi que a felicidade é feita de pequenas coisas"

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O desatento

Um momento de desatenção e... O ambiente de trabalho requer total concentração, quando nos distraimos por um segundo veja só o que pode acontecer.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Medo de ficar marcado

Nikita Khrutchev, primeiro-ministro da extinta União Soviética, fez um importante discurso na sessão dos assuntos soviéticos, ante o Supremo Soviético, em Moscou. O discurso explorou terrenos novos ao tocar no assunto dos excessos selvagens que aconteceram na era de Stalin. Enquanto Khrutchev falava, alguém, na platéia, enviou-lhe um bilhete embaraçoso. "Premier Khrutchev, o que o senhor estava fazendo quando Stalin cometeu todas essas atrocidades?"
Irado, Khrutchev falou: "Quem mandou este bilhete?" Ninguém se manisfestou. "Darei um minuto para que esta pessoa se levante",declarou Khrutchev.
Os segundos passavam, lentos. Ninguém se mexeu.
''Está bem, vou dizer-lhes o que eu estava fazendo'', disse Khrutchev. "Eu estava fazendo exatamente o que o autor deste bilhete estava fazendo- nada! Eu tinha medo de ficar marcado."

O medo "de ficar marcado" tem levado muitas pessoas a compactuarem com o erro. Mesmo com a convicção de que certas atitudes são erradas, muitos preferem agir com indiferença, mesmo diante das maiores barbaridades.

A possibilidade de sofrer qualquer tipo de punição, ou mesmo a possibilidade de obter lucro, tem feito com que muitos homens e mulheres "vejam" o mal sem se posicionar ao lado do que é correto, do que é justo. A desculpa utilizada é a seguinte: Não quero me intrometer na vida de ninguém, ou, cada um cuida da sua vida. O amor ao próximo sempre exige compromisso. Defender a justiça e auxiliar aos oprimidos, é isso que revela a verdadeira grandeza de uma pessoa.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Procurando orientação para o caminho de casa

Estou terminando de ler um livro excelente. O título é: "Encontre o seu caminho" de Tommy Tenney. O autor escreve na página 71.
"Um homem passou 33 anos longe do lar em uma missão que não podia ser cancelada ou evitada. Ele viveu entre gente de todos os tipos- alguns O amavam, outros O odiavam. Alguns falharam e foram rápidos em admiti-lo enquanto procuravam a estrada para seu lar. Outros estavam tão orgulhosos de seus feitos, que não podiam ou não assumiriam sua necessidade. Achavam que já estavam em casa, embora estivessem perdidos.

Como o Estrangeiro em uma missão. Ele não podia retornar a Seu lar até que a missão se completasse. Compreendeu a saudade do lar como ninguém. Não saiu de casa por causa do tédio ou porque estava com raiva.

Partiu por amor, em uma missão para ajudar o resto de nós a encontrar o caminho de casa. Ele sabia que o povo a Sua volta estava saudoso de um lugar onde nunca estivera- porque Ele esteve naquele lugar. De fato, era a casa Dele! Ele gritara no mais lotado dos shoppings, no auge da maior e mais sagrada festa da nação: "Êi! Todos que estão com sede! Venham a Mim, todos os cansados e sobrecarregados.Eu vou deixar vocês descansarem. Sigam-me!".

Jesus veio nos demonstrar que é possível. O caminho é conhecido, mas em geral erramos. Está no Tao ou no Zen( a estrada de casa para a paz interna, de acordo com as religiões orientais). O caminho deles, dizem, está na auto iluminação e disciplina pessoal. Não, o caminho é uma pessoa".

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ela estava em busca de Deus

Li uma postagem no blog: http://criacionista.blogspot.com/. Achei muito interessante. O autor é o jornalista Michelson Borges.

A família da atriz Leila Lopes, encontrada morta no dia 2, tornou pública a carta encontrada com o corpo. Leia aqui alguns trechos da carta reproduzida no site da Veja: "Não chorem, não sofram, eu estou ABSOLUTAMENTE FELIZ!!! Era tudo o que eu queria: ter paz eterna com meu Deus e, se possível, com minha mãe. Eu não me suicidei, eu parti para junto de Deus. Fiquem cientes que não bebo e não uso drogas, eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nessa vida. Tive uma vida linda, conheci o mundo, vivi em cidades maravilhosas, tive uma família digna e conceituada em Esteio, brilhei na minha carreira, ganhei muito dinheiro e ajudei muita gente com ele. Realmente não soube administrá-lo e fui iludibriada por pessoas de má fé várias vezes, mas sempre renasci como uma fênix que sou e sempre fiquei bem de novo. Aliás, eu nunca me importei com o ter. Bom, tem muito mais sobre a minha vida, isso é só para verem como não sou covarde não, fui uma guerreira, mas cansei. É preciso coragem para deixar esta vida."Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em busca de Deus. Não é por falta de dinheiro, pois com o que tenho posso morar aqui, em Floripa ou no Sul. Mas acontece que eu não quero mais morar em lugar nenhum. Eu não quero envelhecer e sofrer.

Eu vi minha mãe sofrer até a morte e não quero isso para mim. Eu quero paz!"Estou cansada, cansada de cabeça! Não aguento mais pensar, pagar contas, resolver problemas... Vocês dirão: Todos vivem!!! Mas eu decidi que posso parar com isso, ser feliz, porque sei que Deus me perdoará e me aceitará como uma filha bondosa e generosa que sempre fui."

Nota: É o tipo de despedida que faz pensar. É difícil imaginar o que Deus leva em conta em situações como essa, como lida com suicidas (se foi esse mesmo o caso de Leila). Mas o que podemos saber com certeza é que nosso Deus é justo e misericordioso, e julga as pessoas pelo resultado de uma vida - olhando para os méritos de Cristo atribuídos ao pecador arrependido -, e não julga pontualmente, por atos cometidos em momentos de insanidade mental. Ao que parece, o vazio de Leila se devia ao fato de ela estar em busca de Deus. Pena que ela pode ter pensado que somente O encontraria na morte, quando a verdade é que o Criador deseja ser buscado e encontrado agora: "Buscar-Me-eis, e Me achareis, quando Me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor” (Jeremias 29:13, 14). Não teria ela fugido de Deus enquanto viva? Não teria tentado preencher o vazio da alma com outras coisas? Essas respostas, agora, pertencem a Deus. A carta de Leila também (re)coloca diante dos cristãos a responsabilidade de levar a mensagem de esperança às pessoas que andam pela vida sem rumo, carentes de algo que talvez nem saibam o que é. Trabalhemos e oremos para que outras Leilas não venham a morrer sem saber que o Senhor "não é Deus de mortos, mas de vivos" (Marcos 12:27), e que Ele está perto daqueles que O buscam (Salmo 145:18).[MB]

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Comunicação interna

A cultura organizacional influencia a comunicação interna. O artigo A importância da Comunicação Interna nas Organizações de Quézia de Alcantara Guimarães Leite, diz que: “Muitas informações são produzidas e causam impacto na vida dos funcionários, mas nem sempre geram mudanças de atitudes, ou ainda, causam confusão porque não foram divulgadas da forma adequada. Outras informações sequer chegam aos verdadeiros destinatários porque um gestor não identificou a essência comunicativa de determinado fato. Daí o valor da Comunicação Interna numa organização”.
O gestor que “parou no tempo”, ou seja, que não está “ligado” aos novos rumos do mercado, age de forma equivocada, alguns chegam a pensar que a informação deve ser monopolizada por ele. Esta atitude está tão arraigada que pode prejudicar consideravelmente o sucesso da organização. Em outro trecho ela afirma que: “Comunicação Interna são as interações, os processos de trocas, os relacionamentos dentro de uma empresa ou instituição.
A Comunicação Interna é responsável por fazer circular as informações, o conhecimento, de forma verticalmente, ou seja, da direção para os níveis subordinados; e horizontalmente, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Quando há uma deficiência na comunicação interna devido à cultura organizacional equivocada, a organização sofre com problemas de relacionamento, falta de motivação no trabalho e baixa produtividade.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O gestor e a cultura organizacional

O gestor desempenha um papel crucial na formação da cultura organizacional. Ao ser criado, uma organização começa a moldar os seus valores e a forma como atuará diante dos seus clientes externos e principalmente internos. As normas, formadoras de cultura numa organização podem ser implícitas (subentendidas), como aquelas regras de conduta às quais as pessoas se conformam, mas não tem consciência.
O gestor deve perceber e trabalhar estas questões no cotidiano. Ele deve trabalhar os aspectos culturais, usando-os com ferramenta para potencializar o trabalho em equipe. Rodriguez (2002, p. 3), afirma que devemos entender a dimensão cultural como: “a capacidade de desenvolver, preservar e modificar as crenças e valores, com o objetivo de serem capazes de continuar a gerar novos recursos e acreditar que sejam capazes de, a cada momento, superarem as suas próprias metas”.

O gestor é o elo entre a organização e seus colaboradores. No desenvolvimento das suas atividades, o gestor vai moldando a “cara” da organização, bem como a corrigindo para que a cultura organizacional se desenvolva de acordo com o planejado.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Assunto delicado

O brasileiro adora falar de futebol, principalmente os homens. Na roda de amigos, o assunto é discutido com euforia, rir do fracasso do time adversário é algo prazeroso para muitas pessoas. As mulheres adoram falar de assuntos relacionados à estética. A relação amorosa e suas implicações é outro assunto muito explorado pelo sexo feminino. Há algum tempo tenho notado que certos assuntos são evitados ao máximo, nem os homens e nem as mulheres gostam de falar sobre a morte. Para alguns, a simples lembrança do fim da existência causa calafrios.
Gostaria de deixar bem claro que não tenho a pretensão de escrever um texto filosófico, o meu comentário é mais de teor empírico.
Por que será que dialogar sobre a morte incomoda a tantas pessoas? Falamos abertamente sobre qualquer tema, mas quando a palavra ‘morte’ é pronunciada, o “tempo fecha”, apesar de ser algo comum a todos os seres vivos. Morrer é a única certeza absoluta, todo o resto se resume a possibilidades, ou seja, pode acontecer ou não. Talvez você esteja pensando, que conversa mais estranha! Sei que para alguns estou sendo um pouco “sinistro” ao afirmar que a morte deveria ser comentada com mais freqüência.
O fim da existência pode chegar a qualquer momento, não temos nenhum controle sobre o dia em que iremos “partir”, exceção feita aos suicidas que tiram deliberadamente a própria vida. O suicida é uma pessoa com sérios problemas, sendo uma minoria. Deixe-me explicar melhor o meu ponto de vista. Obviamente que a vida é muito curta, o tempo de que dispomos é escasso, dentro de alguns anos morreremos, a questão é: o que estou fazendo com o dom maravilhoso da vida? Como estou vivendo? Qual a marca que estou deixando nas pessoas? No meu funeral quais serão os comentários a meu respeito? Deixarei saudades?
As perguntas acima são oportunas e merecem uma reflexão. Apesar de falar sobre a morte, quero focar a vida. Viver é algo maravilhoso, desfrute desta benção com alegria e responsabilidade. Apesar de vivermos bem menos do que gostaríamos, podemos impactar positivamente a vida de muitas pessoas com o nosso bom exemplo. Que tenhamos sabedoria para viver, sem se esquecer de que o fim se aproxima. Ame e preserve a vida acima de tudo, é só o que lhe resta a fazer.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cultura organizacional

Segundo a definição de L. Smircich:” a Cultura Organizacional representa o sistema de comportamentos, normas e valores sociais (padrões de referência que influenciam a forma como as pessoas agem e avaliam os acontecimentos) aceites e partilhados por todos os membros da organização e que de certa forma a tornam única. É, portanto, um conjunto de características únicas que permite distinguir a organização de todas as outras. Corresponde ao que representa a personalidade no indivíduo e transmite a forma como os membros da organização se comportam de acordo com o sistema de valores vigente”.

Contextualizando a descrição acima podemos afirmar que todas as organizações independentes da sua área de atuação possui a sua própria identidade. Esta identidade é que a diferencia das demais. Nem sempre o conjunto de valores é facilmente percebidos pelos membros da organização, mas nem por isso eles deixam de existir. A chamada Cultura Organizacional desempenha um papel crucial para o desenvolvimento e manutenção das atividades organizacionais.
Uma “cultura” saudável é fator indispensável para que os objetivos da organização de materializem.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Motivação

A palavra motivação tem várias definições, a que mais se aproxima do meu pensamento é o conceito de Chiavenato(1999), para o aclamado escritor, a motivação é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a uma propensão a um comportamento específico, podendo este impulso à ação ser provocado por um estímulo externo (provindo do ambiente) ou também ser gerado internamente nos processos mentais do indivíduo.

Diante do foi exposto acima fica claro perceber que esse conceito- a motivação- é uma necessidade crucial para a gestão de pessoas, bem como para o sucesso organizacional, principalmente se levarmos em consideração o fato de que vivemos na era da valorização do capital intelectual humano. O conceito de motivação não é um modismo, pois a sua relevância tem sido demonstrada por vários estudiosos do comportamento humano, o assunto é cada vez mais discutido, não só nos meios acadêmicos, mas também por empresários e funcionários.

Pessoas comprometidas, responsáveis, criativas e dinâmicas são um dos grandes diferenciais para o sucesso econômico e social de qualquer empresa. Há sempre um incentivo interno ou externo que impulsiona as pessoas a agir, uma empresa pode administrar os fatores que interferem no comportamento humano, apesar da motivação ser individual, certas variáveis pode ser direcionadas para que empresa e empregados alcancem os seus objetivos, ou seja, objetivos empresariais e pessoais.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Estou em paz

Sou um homem cristão que acredita nas promessas maravilhosas da Bíblia, alguns me chamam de "bobo", sinceramente, não ligo para isso. Creio que Deus existe e que é real na minha vida. O mundo parece estar de "pernas para o ar", mas acredito que há alguém no controle de tudo. O vídeo abaixo nos mostra que mesmo diante de grandes dificuldades podemos contar com um auxílio especial.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sem tempo para nada

No seu livro ''Sem tempo para nada", nas páginas 48-49, Edward M.Hallowell afirma que:

''Hoje em dia, a pressa e a enxurrada da vida ameaçam reduzir, ou até mesmo destruir, nossas relações mais importantes. A não ser que você preserve conscientemente algum tempo para um jantar de família, um almoço com um amigo, um jantar de domingo na casa da vovó, um fim de semana com sua esposa, exercícios físicos, tocar o instrumento de que gosta, continuar jogando no seu time, levar seu cachorro para passear, assistir ao jogo dos seus filhos, tirar mato do jardim... a menos que preserve consciente, e seguindo sua própria vontade, um tempo para ligar-se com as coisas que mais lhe interessam, sua relação com qualquer coisa poderá enfraquecer.

As águas da pressa e da enxurrada deixarão suas relações enferrujadas e as levarão embora. Você se sentirá menos ativo, menos otimista, menos esperançoso, menos confiante e menos entusiasmado que antes, e não saberá por quê. Dirá que isso acontece porque você está muito ocupado, está envelhecendo, sente-se deprimido, é desorganizado demais, ou simplesmente dirá que são "coisas da vida"."

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Um sonho tão simples

Faz tempo que passou uma reportagem na televisão. Não me recordo em que canal. O repórter perguntou para uma dona de casa- qual o maior sonho da sua vida? A resposta foi totalmente inesperada. As palavras daquela senhora tiveram um forte impacto sobre mim, mesmo depois de tanto, ainda me lembro perfeitamente das suas palavras. A mulher pronunciou palavras que expressavam a tristeza do seu coração, o seu maior sonho era “insignificante” para muitas pessoas, ninguém imaginaria que o sonho de uma vida se resumiria a algo tão simples.

Aprendi uma grande lição naquele dia, às vezes sonhamos com coisas grandiosas, esperamos que ao alcançá-las a felicidade fatalmente chegará, na sua plenitude. Alguns sonham em adquirir um automóvel novo, para outros: a casa própria, um bom salário no final do mês, ser famoso e idolatrado pelas pessoas, conseguir um amor verdadeiro... Os sonhos são os mais diversos, cada um tem o seu. Não quero deixá-los na curiosidade, então vamos ao sonho da dona de casa. Ela afirmou com convicção: “O meu maior sonho é conseguir comprar uma cama de solteiro para o meu filho”. O semblante da mulher revelava que ela ainda tinha esperança, apesar da dura realidade que a cercava.
O sonho de uma vida resumido a uma cama de solteiro. Desconheço o final desta história, mas me sinto um privilegiado, pois tenho uma cama confortável para dormir e muitas outras coisas. Parei de reclamar da vida e passei a agradecer a Deus. A minha filha tem um quarto só para ela, uma cama do jeito que sonhou.

Por favor, reflita nas seguintes palavras: se estiver ao seu alcance, ajude outras pessoas a realizarem os seus sonhos. Quando agirmos dessa maneira, estaremos demonstrando a nossa infinita sabedoria.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Palestra no GTCE

Gostaria de agradecer pelo carinho que recebi ao ministrar uma palestra para os administradores do GTCE. O pessoal foi amigável. Acredito que fui o primeiro carteiro da DR/MS a ter esta oportunidade tão especial. São momentos como esse que ficam gravados para sempre na nossa memória.Foi uma grande oportunidade para mostrar o meu trabalho.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Um ótimo passatempo

Ontem, eu estava viajando novamente para Campo Grande, fui fazer um concurso interno dos Correios. A viagem de volta é longa. Sempre procuro levar um livro para ler, pois são 6 horas dentro do ônibus. O meu espírito é inquieto, tenho sempre que estar fazendo alguma coisa. Ler é um dos meus passatempos prediletos. A leitura me leva a divagar com os meus pensamentos, além de ser uma ótima ferramenta para aprimorar o meu conhecimento.
Recomendo ao leitor do meu blog o livro que li durante a viagem. O livro é maravilhoso, sua história é cativante e prende a nossa atenção do começo ao fim da leitura. O nome do livro é:
"A caixa dos segredos""de August Gold & Joel Fotinos.

sábado, 28 de novembro de 2009

Coisas inusitadas acontecem

No ano de 2009 aconteceram coisas totalmente improváveis, falo isso em relação a mim. Se alguém me falasse no começo do ano que eu iria fazer várias palestras na capital do Mato Grosso do Sul numa das maiores empresas do país, eu não acreditaria. No dia 24/11 fui convidado a dar uma palestra para funcionários da ECT(Empresa de Correios e Telégrafos). Estava acontecendo um curso na sala de treinamentos da GEREC( Gerência de Recursos Humanos).
Momentos antes de entrar na sala não pude deixar de pensar sobre o fato de um carteiro do interior do MS estar tendo a honra de falar para funcionários das mais diversas áreas da empresa. Amei estar com eles. Todos foram muito simpáticos. Quando terminei a minha apresentação, pedi que todos se reunissem para tirarmos uma foto juntos. Creio que dá para perceber o clima descontraído.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Palestra no CDD GUANANDI

No dia 25/11 fiz mais uma palestra em Campo Grande. Foi no CDD Guanandi. Os colegas foram muito receptivos. Foram momentos muito agradáveis.




quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Palestra no CDD Norte

No dia 25/11 eu voltei para casa, a viagem que fiz para Campo Grande foi inesquecível. Conheci vários colegas de profissão e tive o privilégio de contar um pouco da minha experiência de vida. A primeira palestra que fiz no CDD Norte. Agradeço a todos pela ótima recepção e pelo carinho demonstrado. Partilho com o leitor algumas fotos que mostram a minha apresentação, bem como toda a equipe reunida.











terça-feira, 24 de novembro de 2009

Atitude e inovação

Na segunda-feira passada viajei para Campo Grande. Recebi um convite para realizar uma palestra para os colegas carteiros do CDD Norte. Ao término da minha apresentação fui levado para o CO( Centro Operacional) onde pude falar para os funcionários da administração da área operacional da ECT no Mato Grosso do Sul. As 14:00 fui designado para me apresentar na GEREC(Gerência de Recursos Humanos). No local estava acontecendo um curso para os colegas da capital. Na sala de treinamentos havia umas 20 pessoas. Por cerca de 40 minutos falei sobre o seguinte tema: A difícil arte da escolha. Na quarta-feira pela manhã tenho que fazer a minha última apresentação na cidade, vou realizar uma palestra para os carteiros do CDD Guanandi.
Os últimos dois dias foram muito agitados, um verdadeita maratona, pois a viagem de Ponta Porã até Campo Grande é demorada e muito cansativa.

Nunca imaginei que chegaria até aqui, quando comecei a fazer as palestras não pensei que a repercusão seria tão positiva. Nós não sabemos de fato qual será o alcance das nossas ações no momento em que agimos. A palavra de que mais gosto para o meu crescimento pessoal é: atitude, a segunda é: inovação.

Reconheço que tenho muito o que aprender, mas sinto que estou no caminho certo. Só há crescimento quando estamos abertos a rever os nossos conceitos e modificá-los se houver a necessidade.

Continuo sendo carteiro, as cartas ainda são as minhas companheiras de trabalho. O que realmente importa é que coloco muita paixão naquilo que faço, quer seja a entrega de correspondências, quer seja dando palestras ou outra coisa qualquer.

Quando encontramos alegria naquilo que fazemos é extremamente difícil se desanimar. O trabalho até pode ser intenso e monótono, mas se o nosso interior "vibra" nada pode nos abater. Sei que as vezes dá uma vontade enorme de desistir dos nossos objetivos, a dura realidade quer a todo custo destruir os nossos sonhos.

Se estivermos dispostos a pagar o preço e acreditar sempre, se tivermos perseverança, creio ser possível alcançar o impossível.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Olhares curiosos

No domingo passado eu precisava entregar um trabalho da disciplina de gestão de pessoas, o curso que estou fazendo é especialização em gestão empreendedora de negócios. Era o último dia para a entrega, fiquei quase toda a manhã para terminar a elaboração do texto. Terminei por volta das 10h50min. O interessante é que a minha esposa trabalha aos domingos e tenho que cuidar da nossa filhinha de 5 anos. Tenho que arrumar a casa e brincar com ela.

Sempre me preocupei em não deixar a minha filha de ”lado”, apesar de estar envolvido em várias atividades, procuro deixar um tempo livre para poder estar junto dela. Após o almoço combinei de irmos brincar em frente ao aeroporto da cidade. O local é todo gramado, cheio de árvores e muito agradável. Levamos um lanche, uma toalha para estendermos no chão, um jogo chamado Uno, algumas panelas de brinquedo e um fogãozinho. Por duas horas brincamos e ao término eu contei para a minha pequena uma história que eu mesmo inventei.

O mais incrível é que acabei chamando a atenção das pessoas que estavam no local, os motoristas dos veículos que passavam por nós também nos olhavam com curiosidade. Fiquei pensando, o que eu estava fazendo de tão especial para despertar o interesse de tantas pessoas? Apenas brincando alegremente com a minha filha. Talvez o interesse se explique pelo fato de que é raro ver pais gastando tanto do seu tempo para estar junto dos filhos. O que deveria ser algo muito natural acabou gerando muitos olhares.

Os nossos filhos merecem o melhor que temos a oferecer, para eles o que há de melhor é estar junto dos seus pais. O que eles mais gostam é de brincar e conversar. Se você não está tirando um pouco do seu precioso tempo para estar com os seus filhos é hora de rever a suas prioridades. Brinque com o seu filho enquanto ele quer brincar com você, no futuro talvez não haja mais essa chance e só restará a lamentação. Dar presentes para os filhos é algo muito bom, mas nada substitui a nossa presença. Pense nisso.

domingo, 22 de novembro de 2009

Atividades de um carteiro especial




Fiz um video com uma pequena amostra do trabalho que desenvolvo na cidade de Ponta Porã. Além de entregar as correspondências, desenvolvo outras atividades.


video



sábado, 21 de novembro de 2009

2012- Fim do mundo?


O filme mais comentado no momento é a superprodução- 2012. O enredo do filme explora de forma fantasiosa o "Fim do Mundo''. A estréia do filme a pouco dias teve um enorme sucesso nas bilheterias mundiais. Li um texto na internet que expressa muito bem o que penso a respeito do assunto. Transcrevo parte do texto com algumas adaptações. Faço minhas as seguintes palavras:
Esta história de filmes de ficção científica que passam a ser tratados como se fossem realidade, já passou dos limites. A gente nem bem se recuperou da ressaca que foi ficar respondendo a milhares de pessoas que os próprios criadores do filme “O Código da Vincci” o reconheciam como ficção, e já estamos novamente às voltas com pessoas desesperadas, telefonando até mesmo para a NASA, para saber se o mundo vai terminar em 21 de Dezembro de 2012.
Mais uma vez estamos aceitando ser tratados por Hollywood como “consumidores” e estamos digerindo com nosso cérebro mais uma de suas obras nefastas.
O filme “2012”, que não tem nenhuma base científica, e nem foi exibido ainda, já está alcançando seu “objetivo”. E, qual é mesmo o seu objetivo? Bem, ele já movimenta milhões de dólares em cima de um dos temas mais assustadores para a raça humana: A data do FIM DO MUNDO. Por causa dele, já são centenas de documentários de TV, camisetas, acessórios, artigos em revistas e jornais, discussões religiosas e filosóficas. Tudo girando em torno de uma filosofia tão conturbada e misturada, que até mesmo os Maias, se estivessem vivos hoje, duvidariam de sua veracidade.
Trata-se de uma mistura perigosa de profecias Maias, previsões de falsos profetas, filosofias Egípcias, e, para apimentar ainda mais a receita, uma pitada de distorções da Bíblia, a gosto de quem escreveu o roteiro. Logicamente que o “objetivo” não é esclarecer o assunto, mas fazer dinheiro.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

As duas faces da mudança

Ao pensarmos sobre as transformações ocorridas na sociedade moderna chegamos à conclusão de que tudo está em constante mudança- a nossa vida, a nossa aparência, as nossas emoções, os nossos pensamentos, o nosso trabalho, a nossa família, os nossos amigos, todas as áreas nos afetam direta ou indiretamente. Todas essas variáveis estão em constante transformação.
Algumas mudanças são irrelevantes e não nos atinge, mas outras nos afeta e não temos como modificá-las. Seria muito bom se todas as mudanças sempre fossem benéficas, infelizmente nem sempre é assim. Querendo ou não, elas acontecem a todo instante. Diante de circunstâncias que fogem ao nosso controle o que devemos fazer? Penso que devemos nos adaptar a elas, essa adaptação deve ser a mais natural possível. Muitas pessoas estão sofrendo neste exato momento por não conseguirem gerenciar as mudanças que ocorrem na sua vida.
Apesar de sabermos que as mudanças são muitas vezes dolorosas, é importante nos conscientizarmos de que vamos experimentá-la, mais cedo ou mais tarde. A única coisa que podemos fazer é mudar a nossa atitude diante de acontecimentos que estão muito além do nosso controle.
O fato é que as mudanças podem ser boas ou podem ser ruins, ou seja, tem duas faces. Quando forem boas, devemos nos alegrar ao máximo, quando forem ruins, devemos aprender com elas. Os problemas são uma ótima oportunidade de crescimento pessoal. Antes de começarmos a murmurar e nos fazermos de vítima, seria bom que refletíssemos sobre a nossa postura. É possível administrar as mudanças com sabedoria e paciência. O segredo é estar aberto para o aprendizado constante.
Texto de Alci Massaranduba

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Tudo na vida são escolhas

Tudo na vida são escolhas.
Esta é a maior verdade da vida e a sua mais difícil lição. É uma grande verdade porque nos faz lembrar o poder que temos para sermos nós mesmos e vivermos a vida que desejamos. Um poder de que não nos damos conta e de que muitas vezes abrimos mão.

A lição é difícil porque nos faz perceber que a vida que temos agora é escolha nossa. Talvez seja assustador pensar que escolhemos viver nossa vida exatamente como ela é. Assustador porque, quando paramos para pensar na forma como vivemos hoje, talvez não gostemos do que constatamos. Mas é também profundamente libertador, porque nos permite começar a escolher o que queremos encontrar quando olharmos para a nossa vida nos amanhãs que estão diante de nós.

O que você quer ver quando olhar para a sua vida daqui a dez anos? O que você escolherá?

A vida é feita de escolhas.

Você escolhe as pessoas a quem chama de amigos. Escolhe os pensamentos que tem. Escolhe acreditar em certas ideias. Escolhe estar calmo ou inquieto, sentir gratidão ou hostilidade.

O amor é uma escolha. A raiva é uma escolha. O medo é uma escolha. A coragem é uma escolha.

Você escolhe.
Autor desconhecido

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Objetivos organizacionais

Cortar custos, eis o objetivo principal de qualquer empresa na atualidade, para alcançá-lo as empresas enfrentam vários obstáculos, como por exemplo, o custo da mão-de-obra tanto na fábrica como no escritório. Esse é um grande problema pois salários mais altos reduzem a margem de lucro. Se os salários forem mais baixos que a média no mercado, haverá com certeza um descontentamento generalizado por parte dos funcionários, o que reduziria a sua produtividade.
Hoje o que se busca é dar uma espécie de compensação através de benefícios, ou seja, uma remuneração indireta. Esses benefícios não financeiros buscam atrair e manter os funcionários. Cada empresa deve estudar as suas condições financeiras e escolher quais os benefícios mais adequados para que os seus objetivos organizacionais possam ser alcançados.
Devido às inúmeras atividades que podem por em risco a saúde do trabalhador foram criadas normas que regulamentar as mais diversas profissões.
Essas normas detalham quais os equipamentos de segurança a serem utilizados bem como os procedimentos que devem ser seguidos para que o trabalhador não corra um risco desnecessário.
A vida humana é de valor inestimável, é reconfortante saber que as empresas perceberam a importância de preservar o maior do seu patrimônio, as pessoas. Algumas empresas que ainda não se conscientizaram penalizadas com as sanções previstas na lei. Cabe ao trabalhador exigir os seus direitos, mas isso deve ser feito com prudência, bom senso e acima de tudo com honestidade.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Retorno para casa

Ontem relatei os acontecimentos ocorridos antes da minha entrevista nos Correios em Campo Grande-MS. Quero contar como foi a entrevista e o retorno para casa. O horário marcado para começar a entrevista era as 16:00 hs, mas houve um atraso. Fui chamado as 17:00 hs. Na sala havia 3 avaliadores, respondi todas as perguntas que me fizeram. Creio que me saí bem. A entrevista terminou as 17:50hs. O ônibus sairia para Ponta Porã as 18:00hs. Eu tinha exatos 10 minutos para chegar ao terminal rodoviário, o tempo era curto, tive de correr alguns quarteirões. Enfim cheguei a tempo de comprar a passagem e consegui embarcar.
A viagem foi longa e cansativa. Cheguei em Ponta Porã as 23:46hs, não havia mais circular para poder voltar para casa e eu não tinha dinheiro para pegar um táxi, a única saída era ir embora a pé, foi exatamente isso que eu fiz. Ao chegar em casa o relógio marcava 00:35hs. Dormi tarde, mas consegui vencer mais esse desafio. Agora é aguardar o resultado.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Viagem tumultuada

Infelizmente algumas notícias inesperadas chegam até nós e nos surpreende. Na sexta-feira passada recebi uma dessas notícias "ruins". Eu trabalho nos Correios como carteiro, fiz um recrutamento interno para mudar de função, passei nas duas primeiras fases, a última etapa consiste na análise de perfil a ser realizada na cidade de Campo Grande-MS. Até ai tudo bem, só que pensei que a empresa pagaria as passagens para que eu pudesse viajar, o que não se concretizou. Os custos com transporte e alimentação é exclusivo do funcionário, me disseram. Eu tinha que me apresentar na segunda-feira as 16:00 no prédio dos Correios em Campo Grande. O problema era que eu não tinha dinheiro. O que fazer diante de uma notícia como essa? A opção mais fácil é reclamar ou mesmo desistir, mas não sou daqueles que desistem tão fácilmente.
Peguei dinheiro emprestado da minha mãe e também da minha esposa. Fiquei tranquilo, pois a viajem estava garantida.

Hoje pela manhã acordei bem cedo. Estava chovendo. As 07:00 acordei a esposa e perguntei a ela se me levaria de moto até a rodoviária, foi então que tive outra notícia inesperada, a minha mãe tinha saido para ir ao médico e não havia com quem deixar a nossa filha pequena. O horário da circular já tinha passado e não daria tempo de esperar uma outra. A chuva aumentava, e agora?

Sem ter outra opção peguei o guarda-chuva e sai de casa para ir a pé até a rodoviária. A distância da minha casa até a rodoviária é de uns 40 minutos de caminhada. O problema é que o horário já estava avançado e o ônibus sairia as 08:00. No decorrer do percurso tive de correr alguns quarteirões para poder chegar a tempo e não perder o ônibus. Ao chegar ao terminal rodoviário minha calça e sapato estavam sujos. Os passageiros já estavam embarcando, mais alguns minutos e eu teria perdido o horário da viagem.

Ufa! Enfim tudo deu certo. Estou escrevendo neste momento de um cyber no centro de Campo Grande. Daqui a pouco é a minha entrevista. Relatei a minha experiência para que você nunca desista, mesmo que obstáculos surjam, é preciso prosseguir até que os nossos objetivos sejam alcançados.

domingo, 15 de novembro de 2009

Desenvolvimento da tecnologia

Ao longo dos séculos, a humanidade tem procurado desenvolver técnicas que possibilitem a produção de bens e serviços em larga escala a um baixo custo. No passado era comum a utilização de técnicas rudimentares, quase sempre de forma artesanal. A produção era restrita e o custo alto acabava encarecendo o produto, com isso, eram poucos os que desfrutavam dos bens produzidos. É interessante destacar que a tecnologia era precária e a variedade de produtos pequena. Somente os mais afortunados usufruíam desses produtos e serviços. Com o decorrer do tempo, houve uma busca constante por melhorar as técnicas de produção, surgiu também à necessidade de criar novos produtos a um custo mais acessível. O trabalho que era antes feito de forma artesanal passou a ser feito com o auxílio de máquinas. A criação dessas máquinas revolucionou a forma de se produzir. A Revolução Industrial trouxe profundas mudanças na elaboração, criação e comercialização de produtos industrializados. Nessa época surgem as primeiras grandes corporações. Com o surgimento das indústrias foi necessário criar meios para que o grande fluxo de informação gerado pelas organizações pudesse ser controlado com precisão. A administração dessas organizações foi se tornando cada vez mais complexa à medida que a estrutura organizacional crescia. A criação dos computadores veio de encontro às necessidades modernas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Preserve a vida!

Os seres chamados de irracionais muitas vezes agem com mais racionalidade do que os seres humanos. Um exemplo claro é o cachorro. Por diversas vezes, estive observando a minha pequena cadelinha. Ela sempre está alegre, fica feliz todas as vezes que me vê, é brincalhonha e muito companheira. Apesar de não poder usar a fala para se comunicar, o seu olhar é muito expressivo. É uma ótima amiga para a minha filhinha. As duas brincam todos os dias e nunca se desentendem. A única coisa que um cão deseja é carinho , atenção e ser alimentado, não é o mesmo que as pessoas desejam?
No passado, eu me irritava muito com os cachorros, cheguei a bater neles sem nenhuma necessidade. Arrependo-me de ter feito tal coisa. Hoje, não faço mais isso. Sou defensor dos direitos dos animais. Uma das razões que me levaram a optar pelo regime vegetariano foi justamente a preservação da vida deles. Escolhi não me alimentar da carne de nenhum animal, é uma escolha pessoal minha. Respeito todos os que gostam de comer carne e não tenho nada contra. Na minha visão é mais saudável e correto abster-se da alimentação cárnea.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Trabalho reconhecido

Nada melhor do que termos o nosso trabalho reconhecido. Quando pensei em criar o meu blog, não imaginei que ele alcançaria tantas pessoas. Fico feliz ao constatar que tenho vários leitores em diversas regiões do país. Escrevi um texto no meu blog "Pensamentos de um Carteiro" que foi publicado no boletim informativo "Rede Agências". Esse informativo é mantido pela ECT-Empresa de Correios e Telégrafos e é enviado semanalmente para todas as agências dos Correios no Brasil. O meu texto foi lido em todos os estados da federação. Fiquei eufórico e muito surpreso, pois não esperava que isso fosse acontecer. Segue abaixo cópia da matéria.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Uma grande polêmica

Da Redação - 9/11/2009 21:06
SÃO PAULO - A Universidade Bandeirante (Uniban) revogou no início da noite desta sexta-feira (9) a decisão do Conselho Universitário da instituição que expulsou a aluna Geisy Arruda, 20 anos, hostilizada após usar um vestido curto. A decisão foi anunciada em nota, porém, não apresenta detalhes sobre o que fez a reitoria mudar de ideia.
Geisy foi xingada nos corredores da universidade no último dia 22 por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. A aluna, que está no primeiro ano do curso de Turismo, parou de frequentar as aulas após a confusão e, no último final de semana, foi expulsa.
O anúncio da expulsão foi publicado em jornais de São Paulo domingo, e a aluna afirmou ter sido comunicada pela imprensa. Na nota do fim de semana, a Uniban informou que a medida foi adotada após “flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade” por parte da aluna.
Fonte:www.hojeemdia.com.br
Apesar do assunto ter sido explorado a exaustão pela mídia, quero dar o meu parecer. Concordo com a opinião da maioria das pessoas de que a expulsão foi equivocada, o que gerou muita polêmica. Não vi ninguém comentando sobre a "imagem" que essa moça transmitiu. É fato concreto, nenhuma mulher sai vestida daquele jeito sem chamar a atenção de todos que passam pelo seu caminho . Essa moça não prisma pela discrição. Algumas mulheres ainda não entenderam o impacto que o seu corpo a mostra tem sobre as outras pessoas. Não quero ser moralista, mas não considero a sua atitude a mais apropriada para um ambiente estudantil. Os estudantes da Universidade erraram ao humilhá-la. Creio que nada disso teria acontecido se ouvesse bom senso de ambas as partes. O diálogo é sempre o melhor caminho a ser seguido para solucionar os conflitos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Arte do encontro

Saber dizer as palavras certas, nos momentos certos, para as pessoas certas, é descobrir a arte do encontro com os outros.
Em nosso relacionamento diário, muitas vezes acertamos uma das três coisas, mas erramos outras duas. Dizemos as palavras certas, em momentos inoportunos. Acertamos as palavras e o momento psicológico, mas as pessoas não são as pessoas certas.

E quantas vezes, maus artistas que somos, não acertamos nem com as palavras, escolhemos o momento inoportuno e falamos a pessoa errada.

A única arte realmente importante na vida é a Arte do Encontro com outro. Daí a enorme importância de encontrar as palavras certas nos momentos certos, para pessoas certas.

Há um detalhe importantantíssimo que deve ser lembrado:

"Para haver Encontro, deve haver boa vontade. Não existe Encontro quando o egoismo e a ambição falam mais alto que o amor".

O erro deve ser combatido, a concórdia e a justiça devem ser procuradas. Quantas vezes, no entanto, o protesto é realizado em momentos inoportunos. Apela-se, então, a violência. E violência não resolve. Ao contrário, costuma agravar as situações. Porque violência chama violência.

Esta é uma lição milenar da História: é de cabeça fria, na base do diálogo, do equilíbrio e da magnanimidade que as soluções devem ser buscadas. Não é briga, não é agressividade, não são gritos, que trazem as soluções.

A arte de ir ao Encontro do outro exige aprendizado, reclama humildade e coração desarmado.

Roque Schinneder

domingo, 8 de novembro de 2009

I have a dream

Um dos meus passatempos prediletos é a leitura de um bom livro. Um dos meus autores preferidos é Augusto Cury, apesar dos comentários de seus críticos, eu particularmente gosto muito dos assuntos abordados por ele. O título de um dos seus livros é: "Nunca desista dos seus sonhos". Na página 75 encontra-se um trecho de um dos discursos mais famosos de Martin Luther King, intitulado I HAVE A DREAM ( Eu tenho um sonho)

Eu tenho um sonho no qual um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado do seu credo... que todos os homens são criados iguais...

Eu tenho um sonho de que algum dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos escravos e os filhos dos senhores de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade. Esta é a nossa esperança...

Eu tenho um sonho! Com esta Fé, eu volto para o Sul. Com est Fé, arrancaremos da montanha da angústia um pedaço da esperança. Com está Fé, poderemos trabalhar juntos, orar juntos, ir juntos à prisão,certos de que um dia seremos livres...

Quando deixarmos o sino da liberdade tocar em qualquer vilarejo ou aldeia de qualquer estado, de qualquer cidade, neste dia estaremos prontos para nos erguer. Todos os filhos de Deus, brancos ou negros, judeus ou gentios, protestantes ou católicos, estarão prontos para dar as mãos e cantar aquele velho hino dos escravos:

''Finalemente livres!

Finalmente livres!

Graças ao Deus Todo-Poderoso,

Nós somos finalmente livres."


Tenho o mesmo sonho que esse sábio homem.